O que já todos sabiamos...

" O Iraque, arrasado após anos de guerras e de sanções, continua a ser tão rico em maravilhas arqueológicas que um especialista da área disse acreditar na necessidade de reescrever todos os livros sobre o assunto na próxima década. À medida que as condições de segurança melhoraram, permitindo a realização de escavações, foram encontrados indícios de que uma sociedade avançada que surgiu na região muito antes do que se pensava, afirmou John Russell, professor de arqueologia da Faculdade de Artes de Massachusetts, em Boston (EUA).''Uma década de pesquisas no Iraque pode determinar, sem dúvida, a reelaboração dos livros de arqueologia'', disse Russell, que trabalha actualmente como conselheiro do Ministério da Cultura do Iraque.
As declarações foram dadas na quinta-feira, dia em que foi inaugurado um novo laboratório de restauração e conservação no Museu Nacional do Iraque, em Bagdá. ''Há um montante fenomenal de história neste país e grande parte dele ainda precisa ser descoberto. Mas isso acontecerá ao longo do tempo, e teremos de repensar o que sabemos hoje''. Em 1989 e 1990, Russell comandou escavações em Nineveh(Niníve), a antiga capital do império assírio, que fica perto de Mossul, à margem do rio Tigre (norte do Iraque). Naquele período, contou o especialista, a equipe fez descobertas que jogaram para trás, em mil anos, a linha do tempo da civilização antiga. ''Houve descobertas sem precedentes. Era incrível. Mas o Iraque é assim'', afirmou. O país abarca com suas fronteiras à antiga Mesopotâmia, área entre os rios Tigre e Eufrates apontada como o berço da civilização.
O especialista espera também que o Museu Nacional, saqueado pouco depois da derrubada do ex-ditador Saddam Hussein, seja reaberto nos próximos meses. ''Esse é um dos maiores museus do mundo'', afirmou. ''Esperamos transformá-lo em um verdadeiro instituto de pesquisa que atraia historiadores e arqueólogos de todo o mundo''. "
As declarações foram dadas na quinta-feira, dia em que foi inaugurado um novo laboratório de restauração e conservação no Museu Nacional do Iraque, em Bagdá. ''Há um montante fenomenal de história neste país e grande parte dele ainda precisa ser descoberto. Mas isso acontecerá ao longo do tempo, e teremos de repensar o que sabemos hoje''. Em 1989 e 1990, Russell comandou escavações em Nineveh(Niníve), a antiga capital do império assírio, que fica perto de Mossul, à margem do rio Tigre (norte do Iraque). Naquele período, contou o especialista, a equipe fez descobertas que jogaram para trás, em mil anos, a linha do tempo da civilização antiga. ''Houve descobertas sem precedentes. Era incrível. Mas o Iraque é assim'', afirmou. O país abarca com suas fronteiras à antiga Mesopotâmia, área entre os rios Tigre e Eufrates apontada como o berço da civilização.
O especialista espera também que o Museu Nacional, saqueado pouco depois da derrubada do ex-ditador Saddam Hussein, seja reaberto nos próximos meses. ''Esse é um dos maiores museus do mundo'', afirmou. ''Esperamos transformá-lo em um verdadeiro instituto de pesquisa que atraia historiadores e arqueólogos de todo o mundo''. "
Artigo retirado da revista/site brasileiro Terra Notícias
Falta agora saber o espólio que, ilegalmente, será levado para território americano... já que como sabemos, o palhaço-mor G. Bush não perde uma.



